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Construção da ETE em Brumadinho é mais estresse para o cidadão

Uma novela que se estende a algum tempo, a finalização das obras da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), que evitaria que o esgoto fosse despejado sem tratamento no Rio Paraopeba, ganhou mais um capítulo. Na primeira semana de dezembro foram estipulados novos prazos para a Copasa, entre os eles a empresa deverá apresentar, ema até 30 dias, à Prefeitura e ao Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) um cronograma de execução de serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário que estejam relacionados com o contrato assinado com o município. Esse prazo foi estipulado e definido em reunião realizada no Procon-MG.

A construção da ETE incomodou os moradores da região, aonde supostamente acontecerá as obras, pois a área escolhida seria localizada muito próxima a um bairro da cidade e o mau cheiro proveniente da Estação afetaria muito a vida dos moradores, que nesse caso seriam prejudicados.

Ficou definido que a empresa, COPASA, deverá apresentar, em até cinco dias, um estudo que justifique a escolha do local para a obra, elencando todas as justificativas técnicas e financeiras ao Conselho Municipal do Meio Ambiente de Brumadinho (Codema) e ao MPMG.

No decorrer da reunião, a promotora de Justiça Ana Tereza Giacomini, em 2015, lembrou do TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) firmado entre o MPMG, a Prefeitura de Brumadinho e a Copasa para que fossem concluídas as obras do ETE. Segundo a promotora os problemas na finalização das obras estão no licenciamento ambiental e na apresentação de um sistema para tratamento do controle de odores, o que acabaria com o estresse do morador.